Neuromarketing

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23/02/2017 | Por: administrador

Neuromarketing

Marketing é criatividade, domínio de ferramentas, conhecimento estratégico e técnico, mas também pode ser ciência exata. Isso é o que defendem os pesquisadores do neuromarketing, uma área da publicidade que mescla princípios básicos da propaganda, psicologia do consumidor, anatomia e pesquisas científicas. Além de interessantes, as teorias do neuromarketing podem ter um resultado incrível nas estratégias de comunicação do seu negócio.

O que é neuromarketing?

O termo foi criado na Holanda, mas suas metodologias foram popularizadas nos laboratórios de pesquisa da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Os pesquisadores dessa área de conhecimento defendem que a decisão do cliente de comprar ou não um produto é majoritariamente subconsciente, em um misto de reações causadas por experiências prévias e por estímulos externos imediatos.

A teoria é comprovada por meio de testes que utilizam exames de diagnóstico por imagem, como ressonâncias magnéticas funcionais, eletroencefalografia e eletrocardiografia. Todas essas tecnologias são utilizadas para mapear os locais do corpo – e do cérebro – que ficam mais ativos quando o consumidor resolve fazer uma compra. Junto a outros testes, como de salivação, eye-tracking e testes de economia comportamental, é possível comprovar que a decisão de comprar um produto x ou uma marca y provém de reações físicas causadas por atividades neurológicas e lembranças emocionais inconscientes.

Na prática, isso significa que, para convencer um cliente a comprar seu produto, fidelizá-lo e garantir que ele continue escolhendo sua marca, é fundamental causar impressões positivas inconscientes. É preciso associar boas memórias e emoções ao seu atendimento, às cores da sua embalagem, sua logo, e até mesmo o cheiro, sabor ou textura de seu produto, quando for o caso.

Aplicação prática do neuromarketing

Existem infinitas aplicações do neuromarketing para todas as áreas da publicidade, tanto de mídias online, quanto de mídias offline. A mais comum é o uso da teoria das cores na hora da elaboração da logo da empresa. Já reparou em quantas logomarcas azuis existem no mercado? Em quantas empresas utilizam a cor em seus sites, materiais gráficos e lojas físicas? Isso tem a ver com uma noção de neuromarketing: azul é uma cor que induz a sensação de confiança e serenidade. Assim, o cliente acaba relacionando essas emoções aos seus serviços.

De acordo com a psicologia das cores, cada cor tem um impacto no subconsciente e, portanto, uma função cognitiva que afeta seu público. O rosa, por exemplo, é associado a virtude, juventude e inocência. Já o vermelho invoca a sensação de força, vitalidade, paixão, intensidade e importância. O cinza, por sua vez, é uma cor perigosa, já que provoca o sentimento subconsciente de formalidade, neutralidade e tristeza.

Funções do neuromarketing

As estratégias provenientes de estudos de neuromarketing oferecem infinitas possibilidades. É possível deliberadamente atrair ou até mesmo repelir um cliente (acredite – já viu as fotos e mensagens colocadas atrás das embalagens de cigarro?), eliminar dúvidas na escolha entre dois modelos ou marcas, associar uma logomarca praticamente de maneira exclusiva a um produto (você chama hastes flexíveis por algum outro nome que não seja a marca “Cotonete”? Fala esponja de lã de aço ou “Bombril”?), e por aí vai. Também é possível aplicar todas essas técnicas de neuromarketing em ações de marketing digital.

Se interessou? Entre em contato com uma agência de publicidade ou marketing e comece agora mesmo a aplicar neuromarketing em seus negócios!

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